terça-feira, 9 de outubro de 2007

Olha o Trenzão da Alegria em Minas, galera !!!

Como antecipado no blog no post http://mega-trem-alegria.blogspot.com/2007/08/deixa-ver-se-entendi-o-psdb-defende-o.html , o Aécio Neves ( mais conhecido como "pegador de miss" ), assim como sua patota mineira, já está conseguindo fazer o seu trem bão andar... Lembram que ele queria efetivar alguns milhares de funcionários públicos não concursados ? Pois bem, a lei para isso já foi aprovada em primeiro turno na Assembléia de Minas, e a lei continua caminhando feliz para a aprovação em segundo turno...

Lembre-se que foi essa patota da terra do pão de queijo que transformou Furnas em reduto familar tradicional mineiro...

Segue os links para as matérias no Globo ( puxa vida, não dá mesmo para copiar o texto aqui !!! )

http://oglobo.globo.com/pais/mat/2007/10/09/298076359.asp

http://oglobo.globo.com/pais/mat/2007/10/09/298076222.asp


Nova assessora do Aécio Neves, obviamente, contratada sem concurso público. Pelo menos nos moldes da Constituição... O concurso dela foi outro... :P ( Concurso de Miss Universo... )

Um comentário:

Anônimo disse...

Minas efetiva 98 mil servidores sem concurso

Texto já foi aprovado em duas votações na Assembléia mineira, com emenda que estendeu benefício a 499 funcionários da própria Casa

Eduardo Kattah (NACIONAL)

A Assembléia Legislativa de Minas aprovou na noite de anteontem, em segundo turno, o Projeto de Lei Complementar 27, do governador Aécio Neves (PSDB), que efetiva sem concurso público cerca de 98 mil funcionários designados, 98% da educação. Os parlamentares aproveitaram para aprovar o projeto com uma emenda que estendeu o benefício a 499 funcionários da Assembléia.

A proposta será encaminhada hoje a sanção ou veto do governador e contempla funcionários - professores e serventes - que atuam na rede estadual de ensino e nas universidades públicas Uemg e Unimontes. A estimativa é que, do total, 25 mil servidores estejam em fase de aposentadoria.

Em sua justificativa à Assembléia, o Executivo alegou que o projeto “faz justiça a trabalhadores que desempenham função de natureza permanente e que, em alguns casos, vêm contribuindo há 20 anos para o regime previdenciário próprio dos servidores estaduais”.

As medidas do projeto, segundo o governo mineiro, constam de entendimentos entre o Executivo estadual e o Ministério da Previdência Social. O problema se arrasta desde a aprovação da Emenda Constitucional 20, em 1998, que instituiu que os servidores públicos concursados deveriam contribuir para o regime previdenciário próprio da União e Estados, enquanto os comissionados e designados deveriam ser incluídos no regime geral - o INSS. Mas Minas e outros Estados não cumpriram a determinação.

Divulgado em: http://www.cut.org.br/site/start.php?infoid=14129&sid=66